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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Disjuntores (Substituição)

Substituição de Disjuntor (Advertencia NBR5410)


Conjuntos de proteção, manobra e comando

OBS: Os quadros de distribuição são considerados como conjuntos de proteção, manobra e comando.

Os quadros de distribuição destinados a instalações residenciais e análogas devem ser entregues com a seguinte advertência:

ADVERTÊNCIA
Quando um disjuntor ou fusível atua, desligando algum circuito ou a instalação inteira, a causa pode ser uma sobrecarga ou um curto circuito. Desligamentos freqüentes são sinal de sobrecarga. Por isso, NUNCA troque os seus disjuntores ou fusíveis por outro de maior corrente (maior amperagem) simplesmente. Como regra, a troca de um disjuntor ou fusível por outro de maior corrente requer, antes, a troca dos fios e cabos por outros de maior seção (bitola).Da mesma forma, NUNCA desative ou remova a chave automática de proteção contra choques elétricos (dispositivo DR), mesmo em caso de desligamentos sem causa aparente. Se os desligamentos forem frequêntese, principalmente, se as tentativas de religar a chave não tiverem êxito, isto significa, muito provavelmente, que a instalação elétrica apresenta anomalias internas, que só poderão ser identificadas e corrigidas por profissionais qualificados.


A DESATIVAÇÃO OU REMOÇÃO DA CHAVE SIGNIFICA A ELIMINAÇÃO DA PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS E PROPORCIONA ASSIM, RISCO DE VIDA PARA OS USUÁRIOS DA INSTALAÇÃO.

Fonte NBR5410

Portaria 598

Portaria 598 - MTE (NR-10)

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA N.º 598, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2004
(DOU de 28/12/04 – Seção 1 – Págs. 74 a 77)

O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso de suas
atribuições legais e tendo em vista o disposto no art. 200 da Consolidação das Leis do
Trabalho, Decreto-Lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943 e
Considerando a proposta de regulamentação revisada e apresentada pelo Grupo de
Trabalho Tripartite da Norma Regulamentadora n.º 10, – GTT/NR-10, e aprovada pela
Comissão Tripartite Paritária Permanente – CTPP, de acordo com o disposto na Portaria n.º 1.127, de 02 de outubro de 2003, que estabelece procedimentos para elaboração de normas regulamentares relacionadas à segurança, saúde e condições gerais de trabalho, resolve:
Art. 1º Alterar a Norma Regulamentadora n.º 10 que trata de Instalações e Serviços
em Eletricidade, aprovada pela Portaria n.º 3.214, de 1978, que passa a vigorar na forma do disposto no Anexo a esta Portaria.
Art. 2º As obrigações estabelecidas nesta Norma são de cumprimento imediato,
exceto aquelas de que trata o Anexo II, que contém prazos específicos para atendimento.
Parágrafo único. Até que se exaurem os prazos previstos para cumprimento das
obrigações de que trata o Anexo II, permanecerá em vigor a regulamentação anterior.
Art. 3º Criar a Comissão Permanente Nacional sobre Segurança em Energia Elétrica
– CPNSEE, com o objetivo de acompanhar a implementação e propor as adequações
necessárias ao aperfeiçoamento da Norma Regulamentadora n.º 10.
Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

RICARDO BERZOINI
ANEXO
NORMA REGULAMENTADORA N.º 10
SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

10.1 - OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO
10.1.1 Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.
10.1.2 Esta NR se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo,
incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das
instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades, observando se as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis.

10.2 - MEDIDAS DE CONTROLE
10.2.1 Em todas as intervenções em instalações elétricas devem ser adotadas medidas preventivas de controle do risco elétrico e de outros riscos adicionais, mediante técnicas de análise de risco, de forma a garantir a segurança e a saúde no trabalho.
10.2.2 As medidas de controle adotadas devem integrar-se às demais iniciativas da
empresa, no âmbito da preservação da segurança, da saúde e do meio ambiente do
trabalho.
10.2.3 As empresas estão obrigadas a manter esquemas unifilares atualizados das
instalações elétricas dos seus estabelecimentos com as especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção.
10.2.4 Os estabelecimentos com carga instalada superior a 75 kW devem constituir e
manter o Prontuário de Instalações Elétricas, contendo, além do disposto no subitem  10.2.3, no mínimo:
a) conjunto de procedimentos e instruções técnicas e administrativas de segurança e
saúde, implantadas e relacionadas a esta NR e descrição das medidas de controle
existentes;
b) documentação das inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas atmosféricas e aterramentos elétricos;
c) especificação dos equipamentos de proteção coletiva e individual e o ferramental,
aplicáveis conforme determina esta NR;
d) documentação comprobatória da qualificação, habilitação, capacitação, autorização dos trabalhadores e dos treinamentos realizados;
e) resultados dos testes de isolação elétrica realizados em equipamentos de proteção individual e coletiva;
f) certificações dos equipamentos e materiais elétricos em áreas classificadas; e
g) relatório técnico das inspeções atualizadas com recomendações, cronogramas de
adequações, contemplando as alíneas de “a” a “f”.
10.2.5 As empresas que operam em instalações ou equipamentos integrantes do sistema elétrico de potência devem constituir prontuário com o conteúdo do item 10.2.4 e acrescentar ao prontuário os documentos a seguir listados:
a) descrição dos procedimentos para emergências; e
b) certificações dos equipamentos de proteção coletiva e individual;
10.2.5.1 As empresas que realizam trabalhos em proximidade do Sistema Elétrico de
Potência devem constituir prontuário contemplando as alíneas “a”, “c”, “d” e “e”, do
item 10.2.4 e alíneas “a” e “b” do item 10.2.5.
10.2.6 O Prontuário de Instalações Elétricas deve ser organizado e mantido atualizado pelo empregador ou pessoa formalmente designada pela empresa, devendo permanecer à disposição dos trabalhadores envolvidos nas instalações e serviços em eletricidade.
10.2.7 Os documentos técnicos previstos no Prontuário de Instalações Elétricas devem ser elaborados por profissional legalmente habilitado.

10.2.8 - MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA
10.2.8.1 Em todos os serviços executados em instalações elétricas devem ser previstas e adotadas, prioritariamente, medidas de proteção coletiva aplicáveis, mediante procedimentos, às atividades a serem desenvolvidas, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores.
10.2.8.2 As medidas de proteção coletiva compreendem, prioritariamente, a
desenergização elétrica conforme estabelece esta NR e, na sua impossibilidade, o
emprego de tensão de segurança.
10.2.8.2.1 Na impossibilidade de implementação do estabelecido no subitem 10.2.8.2., devem ser utilizadas outras medidas de proteção coletiva, tais como: isolação das partes vivas, obstáculos, barreiras, sinalização, sistema de seccionamento automático de alimentação, bloqueio do religamento automático.
10.2.8.3 O aterramento das instalações elétricas deve ser executado conforme
regulamentação estabelecida pelos órgãos competentes e, na ausência desta, deve atender às Normas Internacionais vigentes.
10.2.9 - MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
10.2.9.1 Nos trabalhos em instalações elétricas, quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos, devem ser  dotados equipamentos de proteção individual específicos e adequados às atividades desenvolvidas, em atendimento ao disposto na NR 6.
10.2.9.2 As vestimentas de trabalho devem ser adequadas às atividades, devendo
contemplar a condutibilidade, inflamabilidade e influências eletromagnéticas.
10.2.9.3 É vedado o uso de adornos pessoais nos trabalhos com instalações elétricas ou em suas proximidades.

10.3 - SEGURANÇA EM PROJETOS
10.3.1 É obrigatório que os projetos de instalações elétricas especifiquem dispositivos de desligamento de circuitos que possuam recursos para impedimento de reenergização, para sinalização de advertência com indicação da condição operativa.
10.3.2 O projeto elétrico, na medida do possível, deve prever a instalação de dispositivo de seccionamento de ação simultânea, que permita a aplicação de impedimento de reenergização do circuito.
10.3.3 O projeto de instalações elétricas deve considerar o espaço seguro, quanto ao
dimensionamento e a localização de seus componentes e as influências externas, quando da operação e da realização de serviços de construção e manutenção.
10.3.3.1 Os circuitos elétricos com finalidades diferentes, tais como: comunicação,
sinalização, controle e tração elétrica devem ser identificados e instalados
separadamente, salvo quando o desenvolvimento tecnológico permitir compartilhamento, respeitadas as definições de projetos.
10.3.4 O projeto deve definir a configuração do esquema de aterramento, a
obrigatoriedade ou não da interligação entre o condutor neutro e o de proteção e a
conexão à terra das partes condutoras não destinadas à condução da eletricidade.
10.3.5 Sempre que for tecnicamente viável e necessário, devem ser projetados
dispositivos de seccionamento que incorporem recursos fixos de equipotencialização e aterramento do circuito seccionado.
10.3.6 Todo projeto deve prever condições para a adoção de aterramento temporário.
10.3.7 O projeto das instalações elétricas deve ficar à disposição dos trabalhadores
autorizados, das autoridades competentes e de outras pessoas autorizadas pela empresa e  deve ser mantido atualizado.
10.3.8 O projeto elétrico deve atender ao que dispõem as Normas Regulamentadoras de Saúde e Segurança no Trabalho, as regulamentações técnicas oficiais estabelecidas, e ser assinado por profissional legalmente habilitado.
10.3.9 O memorial descritivo do projeto deve conter, no mínimo, os seguintes itens de
segurança:
a) especificação das características relativas à proteção contra choques elétricos,
queimaduras e outros riscos adicionais;
b) indicação de posição dos dispositivos de manobra dos circuitos elétricos: (Verde –
“D”, desligado e Vermelho - “L”, ligado);
c) descrição do sistema de identificação de circuitos elétricos e equipamentos, incluindo
dispositivos de manobra, de controle, de proteção, de intertravamento, dos
condutores e os próprios equipamentos e estruturas, definindo como tais indicações
devem ser aplicadas fisicamente nos componentes das instalações;
d) recomendações de restrições e advertências quanto ao acesso de pessoas aos
componentes das instalações;
e) precauções aplicáveis em face das influências externas;
f) o princípio funcional dos dispositivos de proteção, constantes do projeto, destinados à segurança das pessoas; e g) descrição da compatibilidade dos dispositivos de proteção com a instalação elétrica.
10.3.10 Os projetos devem assegurar que as instalações proporcionem aos trabalhadores iluminação adequada e uma posição de trabalho segura, de acordo com a NR 17 –Ergonomia.

10.4 - SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO, MONTAGEM, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
10.4.1 As instalações elétricas devem ser construídas, montadas, operadas, reformadas, ampliadas, reparadas e inspecionadas de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores e dos usuários, e serem supervisionadas por profissional autorizado, conforme dispõe esta NR.
10.4.2 Nos trabalhos e nas atividades referidas devem ser adotadas medidas preventivas destinadas ao controle dos riscos adicionais, especialmente quanto a altura, confinamento, campos elétricos e magnéticos, explosividade, umidade, poeira, fauna e flora e outros agravantes, adotando-se a sinalização de segurança.
10.4.3 Nos locais de trabalho só podem ser utilizados equipamentos, dispositivos e
ferramentas elétricas compatíveis com a instalação elétrica existente, preservando-se as características de proteção, respeitadas as recomendações do fabricante e as influências

Efeito JOULE

Efeito Joule
 
O calor e a eletricidade são duas formas de energia que mantem certas relações que passaremos a estudar.
 Quando uma corrente elétrica passa por um condutor, o condutor se aquece. Esse fenômeno é chamado efeito Joule. Assim, todo mundo sabe que uma lâmpada se aquece quando funciona. E que os fogões elétricos, os fornos elétricos, etc. utilizam a corrente elétrica para produção de calor.
A quantidade de calor libertada pela passagem da corrente elétrica pode ser calculada pela aplicação do 1o princípio da Termodinâmica, também chamado princípio da equivalência. Seu enunciado é: “quando há transformação da quantidade de energia W na quantidade de calor Q, ou vice-versa, o quociente de W por Q é constante, quaisquer que sejam W e Q ”. Significa que:
( W / Q ) = J     (constante)
Resulta: Q = W/J. O inverso de J se representa por A. Então:  Q = A . W

J é chamado equivalente mecânico da unidade de quantidade de calor.

Unidades  
No sistema CGS, W é avaliado em ergs e Q em pequenas calorias (símbolo, cal). Resulta para J o valor ergs/cal e para A o valor 4,18 . 10^7cal/erg.
No sistema MKS, W é avaliado em joules e Q em pequenas calorias. Resulta J = 4,18 joule/cal e A = 0,24 cal/joule.



Lei de Joule  
Já vimos que, quando a corrente de intensidade I circula por um condutor de resistência R durante o tempo t, a energia necessária para que essa corrente circule vale:   W = R . I² . t  =>  V . I . t

Essa energia elétrica absorvida pela resistência elétrica é transformada totalmente em calor, isto é, a produção de calor é inerente à passagem da corrente (por isso é que é muito frequente dizermos energia “dissipada” por uma resistência). Em virtude das fórmulas  ( W / Q ) = J  e W = R . I² . t  =>  V . I . t  a quantidade de calor desprendida é dada por uma das expressões:
Q = A . R . I² . t  => A . V . I . t
ou
Q = ( R . I² . t ) / J  => ( V . I . t ) / J
Qualquer uma dessas quatro expressões é chamada de lei de Joule.
Quando se usa o sistema CGSES deve-se avaliar R, I e V em ues CGS; t em seg; A = 0,24 . 10^-7 cal/erg; Q em pequenas calorias.
Quando se usa o sistema MKS deve-se avaliar R em W; V em v; I em A; t em seg; A = 0,24 cal/joule; Q em pequenas calorias.

Exemplo  
Qual a quantidade de calor libertada durante 10 minutos pela passagem de uma corrente de 5 ampères por um condutor de resistência 2 ohms?
t = 10 min.  +> 600 seg.
R = 2 ohm
I = 5A
A = 0,24 cal/joule

                                      Q = A . R . I² . t  => 0,24 . 2 . 5² . 600
    Q = 7200 cal 

Tabela IEC 60529

NBR IEC 60529 - Tabela


TABELA DE GRAU DE PROTEÇÃO
Trata-se do grau de proteção (IP), apresentado na norma NBR IEC 60529 - "Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (códigos IP).
Tab. I - Graus de proteção contra a penetração de objetos sólidos
estranhos indicados pelo primeiro  característico
Numeral
Descrição sucinta do grau de proteção
0
Não protegido
1
Protegido contra objetos sólidos de Ø 50 mm e maior
2
Protegido contra objetos sólidos de Ø 12 mm e maior
3
Protegido contra objetos sólidos de Ø 2,5 mm e maior
4
Protegido contra objetos sólidos de Ø 1,0 mm e maior
5
Protegido contra poeira
6
Totalmente protegido contra poeira


Tab. II - Graus de proteção contra a penetração de água
indicados pelo segundo numeral característico
Numeral
Descrição sucinta do grau de proteção
0
Não protegido
1
Protegido contra gotas d'água caindo verticalmente
2
Protegido contra queda de gotas d'água caindo verticalmente
com invólucro inclinado até 15°
3
Protegido contra aspersão d'água
4
Protegido contra projeção d'água
5
Protegido contra jatos d'água
6
Protegido contra jatos potentes d'água
7
Protegido contra efeitos de imersão temporária em água
8
Protegido contra efeitos de imersão contínua em água
Fonte: Revista Eletricidade Moderna (EM), julho, 2005
Apenas a tabela.

Antena de ganho

Calculo para dimencionar o comprimento do cabo para instalação de antena.



Para calcularmos o comprimento de um cabo coaxial que ligará o rádio com a antena devemos saber o seguinte:

Fator de encurtamento do cabo.


Este fator corresponde a um número, sempre menor do que 1, e que varia de acordo com as características do cabo.


Para o cabo RG58, este fator é igual a 0,66 (0,657).


Este fator será igual para todos os cabos coaxiais de 50 Ohms.


Para cabos coaxiais celulares, como o RGC58, este fator é de 0,8.


Todos os cabos coaxiais celulares de 50 Ohms terão este fator de

encurtamento.

- Freqüência que estamos transmitindo.


No caso de PX a freqüência é próxima a 27 MHz, o ideal seja que você use uma freqüência que corresponda ao meio da faixa de PX.


Velocidade da luz 300 milhões de Km por segundo (300.000.000).


Com estes valores em mãos podemos calcular o comprimento do cabo da seguinte forma:


Pegamos a velocidade da luz e dividimos pela freqüência :

300.000.000/27.000.000 que é igual a 300/27.
Pegamos este valor e dividimos por quatro:
(300/27)/4

Agora pegamos este valor e multiplicamos pelo fator de encurtamento:

[(300/27)/4] x 0.66 (se o cabo for RG58)

Temos agora o comprimento de um cabo, caso este tamanho seja curto basta multiplicarmos este valor por números ímpares até encontramos um valor que seja o suficiente para conectar o rádio com a antena.

{[(300/27)/4] x 0,66} x números ímpares

Este procedimento é utilizado por muitos operadores de rádio para melhorar o casamento de impedâncias e, conseqüentemente, reduzir as ondas estacionárias.








Segue abaixo a relação de operadoras e freqüência de comunicação RX e TX utilizadas:
Hoje no Brasil, temos diversas operadoras de Telefonia Móvel. Cada uma trabalha com uma frequência diferente ou podem possuir a mesma frequência. Ao olhar um Celular é muito importante observar suas frequências de trabalho, ou seja, Dual Band, Tri-Band, Tetra-Band. Estas frequências é que vão identificar em qual operadora seu celular poderá funcionar.
A tabela a seguir especifica as freqüências das operadoras para GSM/GPRS/EDGE:
Operadora
Freqüência GSM/GPRS/EDGE
Amazônia Celular
900/1800Mhz
BrasilTelecom (Oi)
1800Mhz
Claro
1800Mhz
CTBC
900/1800Mhz
Oi
1800Mhz
Sercomtel
900/1800Mhz
Telemig (Vivo)
900/1800Mhz
Tim
1800Mhz
TNL Pcs
1800Mhz
Unicel
1800Mhz
Vivo
850Mhz
Embora a tecnologia 3G já exista no Brasil há alguns anos através da operadora Vivo (EVDO 3G), ela está chegando apenas agora nos celulares GSM através do padrão HSDPA 3G. Este padrão não utiliza a infra-estrutura da rede GSM/GPRS/EDGE e necessita de aparelhos de transmissão e operação específicos para o funcionamento mesmo.
Assim como ocorre com o GSM/GPRS/EDGE os aparelhos com suporte HSDPA operam em faixas freqüências especificas (determinadas pelas suas configurações e componentes) que deve ser compatível com as faixas de freqüência da operadora.
Operadoras como Claro e TIM que migraram seus clientes da antiga tecnologia analógica TDMA (850Mhz) para a GSM (900Mhz e 1800Mhz), estão implantando suas redes HSDPA 3G nesta freqüência (850Mhz), à exemplo da operadora norte-americana Cingular.
Operadora
Freqüência HSDPA 3G
Regiões*
BrasilTelecom (Oi)
2100Mhz
Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Campo Grande, Goiânia, Brasília, Cuiabá, Palmas, Porto Velho e Rio Branco. Consulte
Claro
850Mhz
Brasília, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro (inclui Macaé), Florianópolis
CTBC
850Mhz
Uberaba, Uberlândia e Franca.
Oi
2100Mhz
Telemig (Vivo)
2100Mhz
Belo Horizonte
Tim
850Mhz e 2100Mhz - Consulte
Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Recife, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro.
Vivo
N/A
Indisponível: apenas para CDMA EVDO 3G
*Consulte o site das operadoras para informações atualizadas